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[CRÍTICA]: ANARCHICKS | REALLY?!



A Xana já tem idade para fazer capa da Caras e a Adelaide Ferreira já
não é propriamente uma baby suicida. Mas ainda existem miúdas rebeldes
no Rock português. Se algum dia passarem em frente à Assembleia e
virem umas manifestantes com os seios de fora, é bem provável que
estejam à vossa frente as revolucionárias Anarchicks.

[CRÍTICA]: VITORINO VOADOR | VITORIOSO VOO



A Timeout acredita que João Gil, o músico que personifica o projeto Vitorino Voador, é um fazedor de pop estranha. Carreguei no play, deixei tocar e comprovei: sim, é pop estranha. Mas se ao primeiro contacto se estranha, pouco depois se entranha.

[CRÍTICA]: WALTER BENJAMIN | THE IMAGINARY LIFE OF ROSEMARY AND ME



A avaliação deste álbum não é fácil. A melhor forma de o caracterizar será mesmo pela sua 'temperamentalidade', ou pela variedade de reações que despoleta consoante o temperamento de quem o ouve. É decidido pela disponibilidade e predisposição para alguém parar e pensar um pouco sobre o que está a ouvir, ou só mesmo desfrutar de um ritmo que quase roça em bossa nova.

[CRÍTICA]: NU SOUL FAMILY | UNCONDITIONAL LOVE



Depois da estreia dos Nu Soul Family com o álbum «Never Late to Dance» em 2010, o segundo CD da banda, intitulado «Unconditional Love», nasce entre Portugal e os Estados Unidos. A este novo álbum juntaram-se os instrumentos de sopro e de cordas e a experiência ganha em dois anos de concertos ao vivo.

[CRÍTICA]: THE VACCINES | COME OF AGE



Conseguirão os The Vaccines superar o hype do primeiro álbum?

Os The Vaccines em 2012 estão convictos que já não querem ser uma banda indie, mas sim uma banda rock.

[CRÍTICA]: :PAPERCUTZ | THE BLUR BETWEEN US



Como não dar atenção a uma banda — formada em Portugal — que já foi aprovada por um júri constituído por Tom Waits e Robert Smith? Aconteceu em 2009, graças a um dos temas que elencava o primeiro álbum «Lylac».

[CRÍTICA]: SALTO | SALTO



Acabo de ouvir o primeiro álbum dos Salto!, homónimo, e imagino os rapazes do grupo a brincar e a dizer “Enganámos-te bem!” de língua de fora. De uma profundidade conceptual e um leque de interesses e gosto abrangente, os Salto! demonstram ter a capacidade de se articular por vários géneros

[CRÍTICA]: SOFA SURFERS | SUPERLUMINAL



Não. Não estamos em 2002, nem eu estou no Lux a beber um café, horas antes da pista de dança abrir. Mas foi aí que ficou o meu imaginário, quando se fala de Sofa Surfers. Estamos a falar da banda que terá provavelmente inspirado o conceito de couch surfing

[CRÍTICA]: MAVERICK SABRE | LONELY ARE THE BRAVE



Maverick Sabre foi já denominado pela BBC Radio “a versão masculina da voz da Amy Winehouse”. Talvez a comparação seja exagerada, à primeira vista, mas uma audição atenta ao seu álbum de estreia, «Lonely Are The Brave», pode levar-nos a concordar com ela.

[CRÍTICA]: RINGO STARR | RINGO 2012



Se na história dos The Fab Four houve episódios de boa disposição e de bom humor, talvez Ringo Starr tenha participado neles quase sempre como personagem principal.

O Beatle que se escondia atrás do bombo assumia-se como o bobo da corte e já nos longínquos anos 60 da década passada se aventurava a trocar as baquetas pelas cordas vocais.

[CRÍTICA]: A JIGSAW | DRUNKEN SAILORS & HAPPY PIRATES



A primeira edição de «Drunken Sailors & Happy Pirates» dos A Jigsaw esgotou. Impõe-se assim a curiosidade em ouvir o álbum e perceber o porquê deste culto à banda oriunda de Coimbra.
É verdade que a revista holandesa Heaven Magazine os considerou um dos “projectos Indie Folk mais interessantes e originais do continente Europeu”, e também é verdade que doze anos de carreira já devem ser suficientes para dar alguns frutos.